Pelo nono ano consecutivo, a Suíça ficou no primeiro lugar dos países mais competitivos do mundo, segundo o estudo anual do WEF (World Economic Forum). A estabilidade das instituições, a qualidade das infraestruturas, as boas condições de ambiente macroeconômico, a prontidão tecnológica, a formação e educação em geral, a qualidade do sistema de saúde, as empresas de confiança e a inovação, são as principais qualidades que ela possui. Poucos são os pontos negativos, em particular, podemos citar uma burocracia ainda presente, certas condições do mercado de trabalho pouco aberto e a falta de mão-de-obra altamente especializada. Porém, os problemas do mercado interno são quase esquecidos em comparação a potencia das multinacionais.

Em matéria de competitividade, a Suíça tem uma enorme capacidade de inovação. Paradoxalmente a sua pequena grandeza territorial, a Suíça possui um avanço tecnológico surpreendente. Ela acolhe varias organizações de pesquisas cientificas, possui um mercado de trabalho flexível e capaz de atrair talentos do mundo inteiro.

O WEF diz-se preocupado com o sistema financeiro mundial que ainda não saiu do choque de 2007. Essa preocupação vem do fato que a quarta revolução industrial devera ter o apoio financeiro necessário para desenvolver-se. O mercado prevê um novo choque econômico que sera inevitavelmente acompanhado de percas de emprego e os investidores deverão ajudar os trabalhadores a suportar as consequências durante os períodos de transição.

Em regra geral, a economia europeia têm melhorado em inovação porém, a educação tem declinado. O resultado do estudo vem de uma parte de resultados estatísticos e de outra parte, de uma pesquisa de opinião feita entre 200 executivos, gestores e investidores. Na classificação deste estudo, a Suíça é seguida pelos USA e Cingapura. O Portugal ficou no 42° lugar, a China no 27° e o ultimo lugar, ou seja, o 138°, ficou com o Yemem. O Brasil, depois de 6 anos perdendo lugares, passou do 81° ao 80° lugar.

O Brasil, é visto como um dos países com a pior estrutura tributaria do mundo, e um Estado ineficaz. Porém, teve uma melhora de classificação, graças as diversas denuncias de corrupção, que mostram o desejo de mudança de sua estrutura. Para o WEF o Brasil “encerra assim uma longa tendência de queda e dá sinais de recuperação econômica e de competitividade”. O brasileiro é o povo que menos confia nos seus políticos. Neste item, ele aparece na 138° posição.

Por Jenna Colledan

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