O apoio inesperado foi o combustível que faltava para que a Chape pudesse recuperar suas forças. “Essa foi a maior surpresa que eu tive. O gesto do Barcelona demonstrou a grandeza do clube. Poderiam escolher qualquer equipe do mundo para jogar lá. As pessoas não têm noção do nosso sentimento quando recebemos aquela carta com o escudo do Barcelona nos convidando para o amistoso. Era um momento de muita dor e incerteza. Pensávamos que a história da Chapecoense tinha chegado ao fim”, conta Buligon. Para o prefeito, tanto o Barça quanto o Atlético Nacional, da Colômbia, que abriu mão do título da Copa Sul-Americana, acabaram sendo determinantes para o renascimento do clube catarinense. “O convite do Barcelona veio como um bálsamo para nossa ferida. Essa honra que nos foi concedida e a atitude do Atlético Nacional foram os dois maiores incentivos que tivemos para acreditar na reconstrução da Chape.”

Por Patrícia Cassemiro

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