Saúde em Pauta

Saúde em Pauta

Sou Patrícia Cassemiro, jornalista, produtora cultural, trabalhei vários anos no jornalismo diario e nos últimos anos , me dedico ao trabalho em campanhas políticas, já foram 18 campanhas, de governadores , senadores , prefeitos e a mais recente do Primeiro Ministro de Portugal. Com um mestrado na Universidade Autónoma de Barcelona, em comunicação e marketing. Sou cidadã do mundo, com passaporte europeu e brasileiro. Espero compartilhar com todos aqui, as notícias internacionais da semana , como também o que o resto do mundo comenta do nosso Brasil. Espero ter o olhar de jornalista internacional, sem perder a emoção do coração brasileiro, falando um pouco das novidades do mundo político, esporte , games, tendências, estudos...uma ponte entre vocês e uma apuradora com olhar e pés no mundo.

Catalunha e o movimento pela independência

Ontem o país passou por uma greve geral, principalmente no serviço público, hoje no parlamento europeu alguns eurodeputados se colocaram contra à violência ocorrida no dia do referendum, promovida  por parte da guarda civil e policiais nacionais. Porém  os partidos que defendem o governo Espanhol disseram que foi legítima e para cumprir a lei e à ordem.

Em um dos debates um dos eurodeputados que defende a luta dos catalães respondeu a um eurodeputado espanhol que acusava o povo de descumprir a lei e de um golpe de Estado , dizendo que Golpe de Estado se faz com militares, e nunca ouviu falar que com o voto se faça um golpe.

Mas a discussão continua, logicamente o rei se pronunciou ontem a noite do lado do Governo Espanhol que garante sua coroa. E hoje a tarde às 15:00 horas ,  horário da Espanha, o parlamento deve se colocar e às 21:00 horas o presidente da Generalitat vai falar. Fiquem com uma imagem dos protestos de ontem.

Por Patricia Cassemiro 

Depois de 13 dias do impacto catastrófico do furacão Maria, Donald Trump aterrissou em Porto Rico.

O presidente dos EUA – que demorou dois dias para visitar o Texas depois do furacão Harvey e três para ir à Flórida depois do Irma – não anunciou medidas de apoio concretas em suas primeiras declarações e se concentrou em exaltar os esforços de sua administração na assistência às vítimas e nos primeiros passos da reconstrução da infraestrutura devastada do país caribenho.

Colocando o dedo na ferida, Trump chegou a criticar o Governo local pela enorme dívida que arrasta e disse: “Odeio dizer-lhes isso, mas gastamos muito dinheiro em Porto Rico”.
A ilha tem uma dívida de 73 bilhões de dólares (cerca de 230 bilhões de reais) e neste ano declarou bancarrota. Essa era a situação de Porto Rico antes da temporada de furacões. E a chegada do Maria com seus ventos de 250 quilômetros por hora e suas chuvas torrenciais – o maior furacão que atingiu a ilha desde 1929 – levou tudo a níveis insustentáveis, destruindo 100% da rede elétrica, deixando na intempérie mais de 50.000 famílias que viviam em casas precárias que ficaram destruídas, danificando a rede rodoviária, tornando a água potável quase um produto de luxo e paralisando completamente a atividade econômica e industrial; como se em vez de ter passado um ciclone, Porto Rico tivesse sido bombardeado.
Trump reconheceu em suas declarações que Porto Rico está sofrendo “uma verdadeira catástrofe”, mas, ao mesmo tempo, destacou como se fosse um aspecto positivo que o número oficial de mortos não é até o momento tão alto tendo em vista a magnitude do furacão e dos destroços. “Qual é o seu número de mortos?”, perguntou a Rosselló. “Dezesseis”, disse o governador. “Você deve estar orgulhoso”, concluiu o chefe da Casa Branca, que aterrissou em uma base militar da capital, San Juan, com sua esposa Melania Trump. Também se reuniu com Carmen Yulín, a prefeita de San Juan, com a qual manteve uma polêmica no fim de semana passado. Yulín havia criticado o que considera uma reação lenta de Washington à catástrofe de Porto Rico e Trump respondeu no Twitter lamentando sua “pobre liderança” e dizendo que há líderes na ilha que querem receber “tudo pronto”.

O republicano é o primeiro presidente dos Estados Unidos que faz uma visita oficial a Porto Rico no meio de uma emergência. Depois de suas declarações na base militar, foi a um hangar para fazer um voo de helicóptero e ver a devastação da ilha. Trump também deve se reunir por alguns minutos com vítimas do furacão e com o pessoal de resgate antes de deixar Porto Rico, por volta das 17 horas (18 horas em Brasília), pouco mais de cinco horas depois de chegar.

Por Patrícia Cassemiro

Exemplo de arte e boa vontade: Senhora de 90 anos pinta casas em vilarejo da República Checa

Uma senhora de 90 anos, residente de Louka, na República Checa, quer deixar a vila onde mora ainda mais charmosa. Para isso, ela passa toda a Primavera e todo Verão pintando as fachadas das casas com desenhos incríveis.

Anežka (Agnes) Kašpárková é uma ex-agricultora, aprendeu esse hobby com outra mulher local, que fez a mesma coisa durante anos. Usando uma tinta azul e um pequeno pincel, ela cria padrões florais inspirados na arte da Morávia, ao sul da República Checa.
“Eu não sou uma artista”, afirmou à mídia checa. “Eu simplesmente quero ajudar”, completou. A idade realmente é apenas um número, especialmente, quando o assunto é criatividade. Confira um pouquinho da arte de Agnes :

Por Patrícia Cassemiro 

Mesmo em meio a protestos Catalunha luta por independência .

A tensão entre o Governo da Espanha e as autoridades da Catalunha disparou nesta quarta-feira diante da tentativa dos catalães de realizar um referendo de independência da região que quer se separar do resto da Espanha.

A polícia espanhola deflagrou uma operação na tentativa de barrar o plebiscito que aconteceu em 1 de outubro. Os policiais chegaram com mandados de busca e apreensão em 41 escritórios das Secretarias do Governo catalã que trabalhavam na organização do referendo. Após um dia inteiro percorrendo diferentes locais, a polícia prendeu 14 pessoas, membros do comando para a preparação da consulta, e apreendeu 10 milhões de cédulas de voto.
Por que Independência?
A Catalunha soma 19% do PIB da Espanha e 12% da população do país. Embora nunca tenha sido independente, tem uma língua e algumas características culturais próprias. Desde o começo do século XX, cresceu na região um movimento nacionalista, que já nos anos 30 tentou declarar a independência de forma unilateral. Após a recuperação da democracia na Espanha, em 1979, a Catalunha conseguiu uma importante autonomia do Governo central. Ao longo desses anos, os nacionalistas sempre estiveram no Governo regional. Nessa época, eles pediam mais autonomia e sobretudo mais dinheiro já que se queixavam de que estavam bancando demais o caixa comum de toda a Espanha para ajudar o desenvolvimento de regiões mais pobres. Embora exigissem o reconhecimento nacional da Catalunha, os grupos nacionalistas aceitavam continuar dentro da Espanha sempre que conseguissem algum tipo de status político especial. Mas tudo mudou nos últimos dez anos.

Desde dias atrás a tensão na Catalunha vinha aumentando pela intenção dos nacionalistas, que comandam o Governo regional – a chamada Generalitat — de fazer o referendo apesar de essa manobra ter sido considerada ilegal pelo Tribunal Constitucional da Espanha. A polícia já tinha realizado nos dias passados operações para impedir a colocação de cartazes que chamavam a população a votar na consulta, enquanto o Governo da Espanha tomou o controle das contas da Generalitat. O Ministério Público ainda avisou que processaria todas as pessoas que colaborassem com a organização do referendo, dentre elas 712 prefeitos de toda a região, que soma 948 municípios. Mesmo assim o plebiscito aconteceu e a vontade popular perla independência venceu.

Tiroteio em Las Vegas pelo menos 50 mortos

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A violência nos EUA de pessoas perturbadas contra a população inocente não é novidade, a venda de armas e a facilidade de armamento com uma simples desculpa de ser para caça é uma realidade.

O ex presidente Obama tentou lutar contra isso, mas muitos políticos norte-americanos são patrocinados pela indústria de armas e agora, com o atual presidente Trump que apoia a direita e as indústrias bélicas, o resultado são tragédias como essa.

Dessa vez, Um homem de 64 anos, identificado como Stephen Paddock, abriu fogo durante o festival Route 91 Harvest, deixando pelo menos 50 pessoas mortas e 400 feridas na noite deste domingo, dia 1º de outubro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Os tiros foram disparados durante apresentação do cantor country Jason Aldean, nas proximidades do hotel do cassino Mandalay Bay. De acordo com um porta-voz do hospital universitário local, 14 pessoas estão em estado grave. O atirador foi morto pela polícia local.

Por Patricia Cassemiro

Adeus coroa ; Miss Turquia perde título por falar besteira.

A Miss Turquia perdeu seu título nesta sexta-feira, um dia depois de ganhá-lo, após a divulgação de um tuíte seu em que comparava sua menstruação com o sangue derramado pelas vítimas do falido golpe de Estado de 2016. A vencedora do principal concurso de beleza do país, Itir Esen, causou polêmica quando a mensagem que escreveu há dois meses foi difundida nas redes sociais.

“Esta manhã fiquei menstruada para celebrar o dia dos mártires do 15 de julho. Comemoro este dia vertendo o sangue derramado por nossos mártires”, tuitou Esen, de 18 anos, no dia 16 de julho, um dia depois do primeiro aniversário da tentativa de golpe de Estado.

As declarações da miss indignaram muitos internautas em um país onde a memória das vítimas do falido golpe de Estado ainda está muito viva. Os organizadores do concurso retiraram a vitória de Esen e asseguraram que não haviam visto o tuíte antes de sua eleição.

“A organização Miss Turquia, cujo objetivo é promover e dar uma boa imagem da Turquia ao mundo, não pode aceitar uma publicação assim”, declararam os organizadores do concurso em um comunicado divulgado no Facebook.

Itir Esen, de 18 anos, sorri após ser coroada como Miss Turquia 2017, em Istambul AP
ANCARA —

Por Patrícia Cassemiro

EUA alerta; “Se a Coreia do Norte mantiver sua conduta temerária, será destruída”

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A pressão só aumenta. Na antessala da Assembleia Geral da ONU, Washington voltou a responder com pólvora verbal à intensificação balística e nuclear do regime de Pyongyang. “Se a Coreia do Norte mantiver sua conduta temerária, os Estados Unidos deverão se defender e defender seus aliados, a Coreia do Norte será destruída; é algo que nenhum de nós quer, não queremos a guerra”, afirmou no domingo na CNN a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley.
Suas palavras encerram uma semana em que Washington voltou a se chocar com o tirânico Líder Supremo, Kim Jong-un. Depois que o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma oitava rodada de sanções contra a Coreia do Norte, o regime totalitário respondeu com um novo teste. Um foguete sobrevoou o Japão e lembrou o mundo de que seu programa balístico e nuclear avança em passos rápidos. Não basta ter testado com sucesso uma bomba de hidrogênio de 250 quilotons e que a base militar estadunidense de Guam já esteja ao alcance de seus mísseis, diante de qualquer movimento para frear sua expansão atômica Kim Jong-un demonstra uma inveterada disposição a pisar no acelerador.

“Nossa meta é estabelecer o equilíbrio de força real com os Estados Unidos e fazer com que os governantes estadunidenses não se atrevam a falar de uma opção militar para a República Democrática Popular da Coreia”, chegou a dizer o ditador.

Diante desse enfrentamento, os EUA correm contra o relógio. Confiam no estrangulamento econômico, mas temem que seus efeitos não sejam suficientemente rápidos para impedir que Pyongyang complete seu objetivo de produzir um míssil nuclear intercontinental. A consequência dessa incerteza tem dois lados. Primeiro, levou Washington a redobrar a pressão na ONU. “Limitamos a Coreia em 30% do petróleo e 90% do comércio, e isso será sentido. É só o início do que podemos fazer. E agora há uma mudança; temos a Rússia e a China do nosso lado”, disse Haley na sexta-feira. Mas ao mesmo tempo, colocou sobre a mesa a opção militar. A dissuasão pela força. Não como resposta prioritária, mas sim como recurso final. “Queremos ser responsáveis e esgotar todas as vias diplomáticas. Mas se isso não funcionar, o chefe do Pentágono, o general Jim Mattis, se encarregará do assunto”, disse Haley no domingo.

Por Patricia Cassemiro

Atentado em Londres. Preso mais um suspeito pelo atentado no metrô de Londres

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Um segundo homem, de 21 anos, foi preso neste sábado à noite por seu suposto envolvimento no ataque terrorista com uma bomba caseira que deixou 29 feridos na sexta-feira na estação de metrô Parsons Green.

Na manhã do sábado um primeiro suspeito, de 18 anos, havia sido detido na região do porto de Dover. A nova prisão ocorreu em Hounslow, na periferia de Londres.

O suspeito foi levado provisoriamente a uma delegacia da capital britânica, onde continuava sob custódia na manhã deste domingo.

A polícia realizou pelo menos uma busca, numa residência em Sunbury-on-Thames, em Surrey, no Sudeste da Inglaterra. As autoridades já falaram com cerca de 100 testemunhas e examinaram mais de 180 vídeos e fotografias na tentativa de esclarecer o que houve em Parsons Green. A explosão de uma bomba caseira, assumida pelo grupo terrorista Estado Islâmico, provocou ferimentos em 29 pessoas e levou o Governo de Theresa May a elevar ao máximo o nível de alerta antiterrorista.

Por Patricia Cassemiro

Sem ter para onde ir. Famintos e amontoados: assim estão centenas de refugiados de Myanmar (antiga Birmânia)

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A tentativa de manter uma fila organizada não dá certo: depois de dias, às vezes semanas, sem acesso a um prato de comida quente, centenas de pessoas se aglomeram, entre empurrões, em um dos pontos de distribuição de mantimentos do Programa Mundial de Alimentos (PMA) em Cox’s Bazar (Bangladesh).

Yusuf, de 38 anos, mostra o cupom que lhe dá direito a 25 quilos de arroz, o primeiro saco que recebe em oito dias. “Estamos famintos, mas não é só isso”, afirma. É uma das tantas necessidades urgentes dos mais de 400.000 rohingyas de Myanmar (antiga Birmânia) que se refugiam em Bangladesh fugindo das matanças contra essa minoria étnica em seu país.

“Muita gente chega faminta e exausta”, enfatiza Mark Pierce, diretor da ONG Save The Children em Bangladesh. Assim como Yusuf, a grande maioria cruza a fronteira depois de dias, às vezes semanas, de um longa travessia: eles fogem a pé e caminham quase sem parar e sem se alimentar, até que normalmente atravessam em barcos pesqueiros o rio Naf, fronteira natural entre os dois países do Sudeste Asiático. “O sofrimento pode piorar e muitas vidas podem ser perdidas se não forem atendidas as necessidades mais básicas”, adverte Pierce. Necessidades − comida, teto, higiene − que só podem ser satisfeitas “se a ajuda crescer rapidamente e a comunidade internacional aumentar os fundos”.

É a ajuda informal, oferecida até por moradores das redondezas, que neste momento está sendo mais eficaz para os refugiados, segundo eles mesmos. Graças principalmente às doações de “almas caridosas”, indica Yusuf, eles puderam comer desde que chegaram a Bangladesh há duas semanas, quando o Exército birmanês queimou suas casas e atirou indiscriminadamente contra eles enquanto fugiam. As cenas em que dezenas de rohingyas se precipitam aos montes para recolher as notas jogadas regularmente para eles de ônibus e jipes são uma constante. Mendigar e depender de bons samaritanos, dizem eles, é uma das poucas formas de sobreviver.

As ONGs e agências da ONU, onipresentes na região, admitem não ter capacidade suficiente ante o êxodo sem precedentes provocado pela violência em Myanmar, onde o Exército reprime duramente a população civil depois que o Exército de Salvação Rohingya de Arakan (ARSA, pela sigla em inglês) atacou, em 25 de agosto, vários quartéis das forças de segurança do Estado ocidental de Rajine (conhecido como Arakan).

Joseph Surjamoni Tripura, porta-voz do Alto Comissariado de Refugiados da ONU (Acnur) em Bangladesh, admite que outros problemas para distribuir a ajuda são a falta de coordenação e as imposições por parte do Governo bengalês. Ele afirma que sua agência, por exemplo, não tem licença oficial para atuar fora dos dois campos de refugiados permanentes, Katupalong e Balu Khali, nos quais, antes desta crise, já havia 300.000 rohingyas deslocados por ondas de violência anteriores.

Por Patricia Cassemiro

 Vetos comerciais ao regime de Kim Jong-un aumentam, mas não barraram programa armamentista

Do petróleo ao marisco, das armas aos artigos de luxo. As sanções do Conselho de Segurança na ONU vetam qualquer atividade comercial com a Coreia do Norte para um leque bastante amplo de produtos. A lista aumenta à medida que o país prossegue com seus testes nucleares. O organismo multilateral aprovou nesta segunda-feira, em Nova York, uma nova leva de proibições como represália ao sexto teste atômico realizado pelo regime da família Kim, um dos mais sancionados do mundo. A ONU também veta aos países a admissão de novos trabalhadores norte-coreanos, para além dos cerca de 93.000 que Pyongyang já enviou ao exterior como mão de obra e que, com seus empregos, geram uma outra fonte de receita muito bem vista pelo regime.

Mesmo assim, apesar da forte pressão externa, Pyongyang não dá mostras de que cederá em sua determinação de se dotar de um programa de armamento que lhe permita fazer explodir uma bomba de hidrogênio em solo norte-americano.

Por Patricia Cassemiro

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