O governador Wellington Dias (PT) autorizou nesta segunda-feira (3) a realização de concurso público para a Polícia Civil e Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí (Cepro).

Serão ofertadas 200 vagas – 190 para a Polícia Civil e 10 para a Cepro. A previsão é de que o concurso seja realizado ainda este ano.

O aval para a realização do certame foi dado pelo governador durante reunião com o secretário de Segurança Pública, Fábio Abreu, e o delegado geral Riedel Batista. Wellington Dias autorizou 120 vagas para agentes, 40 para peritos, 20 vagas para delegados e 10 para escrivães.

O delegado Riedel Batista disse que o edital do concurso deverá ser lançado nos próximos dias. No próximo ano, mais de 200 policiais civis vão se aposentar, deixando muitas vagas em aberto.

“A segurança é nossa prioridade. Mesmo com grandes dificuldades autorizei concurso para PM, Bombeiros e Agentes Penitenciários. Já chamamos quase mil policiais e agora a atenção é à Polícia Civil. É um momento em que tomamos uma decisão em prol da segurança do povo do Piauí”, disse o governador.

A secretaria de Segurança deve agora nomear a comissão organizadora do concurso para seguir com os procedimentos necessários. As provas devem ser aplicadas ainda em 2017.

“Esse concurso, possivelmente, terá quatro editais. Cada cargo, um edital diferente. A comissão deve ser nomeada agora em agosto para analisar com cuidado todos os pontos”, esclareceu o delegado-geral, Riedel Batista.

Em reunião com o presidente da Fundação Cepro, Antônio José Medeiros, Wellington Dias confirmou a disponibilidade de 10 vagas que irão auxiliar na renovação dos quadros da Cepro.

Retorno dos aposentados

O governo do Estado irá enviar um projeto de lei que autoriza gratificações para os policiais civis e agentes penitenciários aposentados que quiserem retornar as atividades.

A Secretaria de Segurança Pública ainda vai definir o valor da gratificação. A mensagem será encaminhada à Assembleia Legislativa para apreciação dos deputados.

“A ideia é contemplar aquele município em que não há a presença do policial civil para registrar o Boletim de Ocorrência. O cidadão não precisará mais se deslocar por longas distâncias para registrar, por exemplo, a perda de um documento”, declarou Fábio Abreu.

Fonte: Cidadeverde.com

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